Tecnologia já contribuiu para a localização e prisão de mais de 6,1 mil pessoas com mandados de prisão em aberto no estado
Bahia — O sistema de reconhecimento facial utilizado pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) ultrapassou a marca de 6,1 mil prisões no estado. O número foi apresentado nesta segunda-feira (17), durante uma reunião realizada no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador.
A tecnologia é utilizada pelas forças de segurança para auxiliar na identificação de pessoas que possuem mandados de prisão em aberto. Entre os casos identificados estão suspeitos procurados por crimes como homicídio, tráfico de drogas, roubo e furto.
Mais de 5 mil câmeras em operação
Atualmente, o sistema conta com mais de 5 mil câmeras distribuídas por Salvador, Região Metropolitana e municípios do interior da Bahia.
Os equipamentos são integrados aos Centros Integrados de Comunicações (CICOMs) e podem ser utilizados tanto no monitoramento de pontos estratégicos quanto durante grandes eventos realizados no estado.
Como funciona a tecnologia
As imagens captadas pelas câmeras são analisadas pelo sistema e comparadas com bases de dados utilizadas pelas autoridades de segurança.
Quando há uma possível identificação, um alerta é encaminhado para o Centro de Operações e Inteligência. Antes de uma abordagem policial, o registro passa por etapas de análise e validação para confirmar a correspondência.
Após a confirmação, equipes policiais que estão próximas ao local são acionadas para realizar a abordagem e conduzir o suspeito à unidade policial responsável.

Ferramenta de apoio à segurança
O reconhecimento facial passou a fazer parte da estratégia de monitoramento da segurança pública na Bahia e vem sendo utilizado em diferentes regiões do estado.
Além da identificação de pessoas procuradas pela Justiça, a estrutura de câmeras também permite acompanhar a movimentação de pessoas em tempo real em locais de grande concentração, contribuindo para o planejamento das operações de segurança.
Segundo os dados divulgados pela SSP-BA, a marca de 6,1 mil prisões reforça a utilização da tecnologia como ferramenta de apoio ao trabalho das forças policiais baianas.

